Vibradores

Sabias que...

Foram idealizados com finalidade médica, em meados do século XIX, vindo de um massajador a vapor para o tratamento da histeria. Somente em 1969 é que surgiram os primeiros vibradores eléctricos, quando se percebeu que tais estímulos poderiam ser reproduzidos com impulsos eléctricos.

Com o passar do tempo, se tornaram mais portáteis ao serem alimentado por baterias. Claro que, por estar relacionado ao bem estar e à saúde, foram elevados a uma classe respeitável da época. Mas ao começar a aparecer em filmes pornográficos, revelando também sua função sexual, tabus e preconceitos começaram a surgir, nomeando as usuárias de pervertidas e imorais.

A realidade é que o uso do vibrador pode ser um bom aliado para a mulher que quer conhecer e entender melhor o seu corpo. São excelentes na descoberta dos pontos capazes de despertar prazer.


Depois da revolução sexual em 1960, cada vez mais mulheres se sentiram mais à vontade para usarem tal aparelho, chegando hoje em dia a ocupar um lugar significativo na vida sexual feminina. Ainda assim, há quem diga que o vibrador não tem muita importância na cultura erótica das mulheres, visto que a finalidade reprodutiva da sexualidade ainda é muito forte.

O que é certo é que o mito de que mulheres encalhadas são as únicas pervertidas que usam vibrador, já não pode ser usado. Hoje, homens e mulheres aceitam melhor o uso desse aparelho erótico.

Muitos casais de hoje fazem do vibrador um complemento da suas relações, apesar de alguns homens ainda não se sentirem muito à vontade diante desse concorrente. Crenças irracionais fazem com que eles se sintam diminuídos, acreditando que seriam trocados. São aqueles que gostam e aceitam somente o outro e seus corpos na cama, preferindo a opção de terem as mãos livres e não se preocuparem com um objecto. Porém, há também os que gostam da novidade e se erotizam com segurança dentro do relacionamento.

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